o kaminha sutra e a carta

Sábado passado recebi uma carta que esperava há semanas. O remetente era da tão querida amiga Maíra. Dentro do envelope de tamanho médio estavam alguns presentinhos e uma carta escrita em folhas rasgadas de uma agenda (Maíra e suas agendas), enumeradas e presas por um clip prateado. Contava o que todo amigo de verdade quer saber do outro: como vai a correria da vida, o que se tem feito de bom e como a saudade aperta de vez em quando, além de uma descrição épica da dificuldade de se mandar uma carta em tempos de internet.

Um dos presentinhos sensacionais que ela me mandou foi uma série de cartões eróticos intitulado Kaminha Sutra, do ilustrador Vitor Batista, que ela conheceu recentemente em Fortaleza. As frases são de uma moça chamada Fernanda Meireles.

“às vezes é bom viver sob alguma pressão”

“paz na terra aos homens de muita vontade”

“as águas de março estão entre as minhas pernas quando você está”

“eu tenho inveja do seu travesseiro”

“falo a língua dos anjos”

“sexo ainda é a maior diversão”

e esse é a cara de Maíra: “tem gente que faz mas não espalha. Mas faz.”

Mais ilustrações do Vitor Batista aqui.

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Sobre Felipe Lins
Onde eu nasci passa um rio.

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