Fantasmas de Felicidades Passadas

“Tanta felicidade morta tem um peso opressivo. Quanto maior a felicidade, mais fedorenta a massa putrefata. Um triplo assassinato não teria deixado a atmosfera tão pesada quanto aqueles longos beijos ao pôr-do-sol. Passo por lá e posso sentir o velho ponto de ônibus me atormentando, esfregando minha felicidade passada em minha própria cara, me acusando de não ser tão feliz quanto era, de não ser tão feliz quanto poderia ser. … Um momento realmente feliz nunca deixa de existir. Ele continua reverberando para sempre. Sua existência é tão concreta que ele quase pode ser visitado, como se visita a casa de um velho amigo.”

Trecho do livro de crônicas de Alex Castro e foto de Maia Flore.

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Sobre Felipe Lins
Onde eu nasci passa um rio.

One Response to Fantasmas de Felicidades Passadas

  1. @vbrv says:

    Voltou com tudo hein garoto.
    =)

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